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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Farmacologia: Insulina e Antidiabéticos Orais

TRATAMENTOS FARMACOLOGIA PARA DIABETES MELLITUS 2

METFORMINA
•É o medicamento de escolha para a maioria dos pacientes com diabetes tipo 2.
•Reduz 29% o risco de complicações microvasculares.
• Não causa hipoglicemia.
•Sem aumento de peso.
•Seguro.

- APRESENTAÇÃO
Comprimidos de 500 e 850mg.


-INDICAÇÃOTratamento do diabetes melito tipo 2 em pacientes OBESOS.


-CONTRA-INDICAÇÕESCetoacidose, IR, alcoolismo, anestesia geral, diabetes gestacional.


-PRECAUÇÕESSubstituir por insulina durante infecções, cirurgias ou traumas.Lactação (dados insuficientes para avaliação do risco).


- ORIENTAÇÕES AO PACIENTEAdministrar com alimentos para reduzir os  sintomas gastrintestinais.Evitar a ingestão com bebida alcoólica.


•EFEITOS ADVERSOSDiarréia, flatulência, dor abdominal, indigestão, náuseas.


Z
GLIBENCLAMIDA

- APRESENTAÇÃO
Comprimidos de 5mg.
- INDICAÇÃO
Tratamento do diabetes melito tipo 2.
- CONTRA-INDICAÇÕES
Cetoacidose, insuf. renal e hepática graves, Diabetes melito tipo 1.
-PRECAUÇÕES
Idosos (maior risco de hipoglicemia).
Obesos (preferir metformina).
Gravidez: risco C.


- ORIENTAÇÕES AO PACIENTE.
Administrar com a primeira refeição do dia.
Não duplicar a dose.
GRAVIDEZ
•Primeiro trimestre: risco de hipoglicemia neonatal.
•Substituir por insulina.
•Suspender dois dias antes do parto.
-Efeitos adversos
Hipoglicemia (idosos).
Dist. Gastrintestinais.
Cefaléia, r. cutâneas.


•GLICAZIDA
-Apresentação
Comprimido de 80mg.
-Indicação
Diabetes melito tipo 2.
-Contra-indicações
Diabetes tipo 1, cetoacidose, insuf. Hepática e renal graves.
-Precauções
Idosos (maior risco de hipoglicemia).
Obesos (usar metformina).
GRAVIDEZ
•Primeiro trimestre risco de hipoglicemia neonatal.
•Substituir por insulina durante a gravidez.
•Suspender o uso dois dias antes do parto.

•INSULINA NPH E REGULAR

- Apresentações
NPH: suspensão injetável 100UI/mL.
Regular: suspensão injetável 100UI/mL.
-Indicações
Diabetes melito tipo 1.
Diabetes melito tipo 2 em pacientes não controlados com dieta e antidiabéticos orais.
Cetoacidose, coma, cirurgia, infecção, traumatismo.
•INSULINAS
•Ação rápida = 0 a 5 horas
•Ação curta = 0 a 8 horas
•Ação intermediária = 2 a 16 horas
•Ação longa = 4 a 36 horas

ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO DE  INSULINA REGULAR

RESULTADO GLICEMIA CAPILAR
QUANTIDADE DE INSULINA A SER ADMINISTRADA
140 A 200 µg/dL
 2UI
201 a 250 µg/dL
4UI
251 a 300 µg/dL
6UI
301 a 350 µg/dL
8UI
351 a 499 µg/dL
10 UI

Diferença entre a Insulina Regular e NPH

1) INSULINA RÁPIDA – REGULAR: 
Conhecida como Insulina Cristalina
Administrada vários minutos antes de uma refeição, apresenta início de ação mais gradual e destina-se a controlar a glicemia pós-prandial.
Indicações:
-Suplementar as preparações de insulina de ação intermediária e de ação longa,
-Controle de glicose durante cirurgia,
-Traumatismos,
-Choque
-Cetoacidose diabética.

- Via de administração:
IV, SC ou IM; Ø SC:  30’ antes das refeições; 

- Pico máximo: 
2 a 4 horas; 

- Duração:  6 a 8 horas; 
- IV: atividade máxima após 30’; 





2) INSULINA DE AÇÃO INTERMEDIÁRIA – NPH: 


Início de ação mais tardio, com a Absorção lenta assim  atua por mais tempo
•Administração 1 ou 2x ao dia, 30 minutos antes das refeições e ao deitar.

- Absorção lenta, pois é conjugada à protamina ( A protamina é uma proteína retirada do esperma do salmão que retarda a absorção da insulina pelo tecido subcutâneo; ) 
- Início de ação: 1 a 2 horas após a aplicação; 
- Pico máximo: 8 a 12 horas; § Duração: 22 a 28 horas; 
- Usada geralmente em combinação com a insulina lispro ou de ação regular; 
- Não deve ser utilizada em situações de emergência nem no tratamento inicial da cetoacidose diabética; 
- Via de administração: SC; 


 
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