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quarta-feira, 26 de junho de 2013

Calendário Vacinal #mudanças

Ola, colegas...
Hoje trouxe para vocês um tema complicado mas não difícil, de discutir. 
O calendário vacinal infantil teve algumas alterações no ano de 2012, e essas vem deixando muitos profissionais e acadêmicos nervosos, pois raramente chega na unidade de saúde um cartão de vacina, todo nas datas recomendas..
E ai começa as "soluções", aplica essa agora + essa + essa, e depois vem essa e essa..
É tanto aprazamento que deixa nossa cabeça pirando!!
E principalmente o ENFERMEIRO(A) deve esta se atualizando, com essas mudanças para tirar as dúvidas da população e do técnico de enfermagem.

Vamos começar...


- O que muda no calendário de vacinação?Duas novas vacinas serão introduzidas: a injetável contra paralisia infantil (poliomielite) e a pentavalente, que age contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e a bactéria Hib (haemophilus influenza tipo B), que causa meningite, pneumonia e outras infecções bacterianas graves.
- Quando as novas vacinas vão ser oferecidas?A partir de agosto de 2012. A injetável contra pólio, no entanto, só será dada às crianças que estão começando o calendário de vacinação em 2012.
A campanha contra poliomielite de 16 de junho segue normal e todas as crianças receberão a gotinha.
- Qual a diferença da vacina injetável para a gotinha?A injetável (Salk) usa o vírus da poliomielite em sua forma inativa. A gotinha (Sabin) usa o vírus “atenuado” – ou seja, “menos ativo". A Salk é mais segura e está sendo utilizada em países que já eliminaram a doença.
- Isso quer dizer que a vacina em gotas vai acabar?Não por enquanto. O Brasil continuará oferecendo as duas formas, para crianças de idades diferentes. Quando a doença for erradicada mundialmente, apenas a vacina injetável será oferecida.
- Com qual idade a criança vai receber a vacina injetável?A imunização injetável será aplicada aos dois meses e aos quatro meses de idade, e a vacina oral será usada nos reforços, aos seis meses e aos 15 meses.
- Qual a diferença da vacina pentavalente?Ela combina em uma só imunização a atual vacina tetravalente (difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e Hib) com a usada contra hepatite B.
Em até quatro anos, ela deve se transformar em uma vacina “heptavalente”, unindo a imunização contra pólio injetável e a contra meningite C.
- Quando as crianças vão receber a vacina pentavalente?Aos dois, aos quatro e aos seis meses de idade. Aos doze meses, elas vão receber um reforço com a vacina tríplice bacteriana, a DTP (contra difteria, tétano e coqueluche) e, depois, novamente, entre quatro e seis anos de idade.
Além disso, recém-nascidos continuam recebendo a vacina contra hepatite B nas primeiras doze horas de vida.
- O que muda no calendário?Antes, as crianças tinham que ser vacinadas do nascimento até os seis meses de vida. Agora, as vacinas BCG (contra tuberculose) e contra a hepatite B serão dadas ao nascer e depois somente com dois meses – quando as crianças receberão a dose da nova vacina pentavalente e da poliomelite injetável.
As outras duas vacinas que antes eram aplicadas aos dois meses - vacina oral Rotavírus Humano e vacina pneumocócida 10 – não têm mudanças.
As segundas doses das vacinas de poliomielite injetável e da pentavalente serão realizadas aos quatro meses.
A vacina pentavalente ainda terá uma terceira dose de aplicação, aos seis meses. Neste período, a criança também receberá a dose da vacina oral contra a poliomelite e a vacina pneumocócica 10.
Mudanças no calendário de vacinação (Foto: arte/G1)

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Assistência de enfermagem no Pré- operatório


O período perioperatório

Pré-operatório : Abrange desde o momento pela decisão cirúrgica até a transferência do cliente para a mesa cirúrgica;
A partir desse momento inicia-se o Trans e Intra- operatório, que termina com a saída do cliente do centro cirúrgico;Pós-operatório  vai desde o momento da recepção do cliente que retornou da cirurgia até a alta médica.
BRASIL, 2003
                                                                      

                                                     Pré-operatório  Divisão
•Mediato
•Imediato


1)Pré-operatório Mediato: 

Desde o momento dos exames à diagnósticos à tratamento clínico para diminuir os sinais e sintomas à precauções necessárias para evitar complicações pós-operatórias à até 24 horas antes da mesma;
_______________
Desde da indicação cirúrgico até 24 horas antes da mesma;
2) Período imediato
Corresponde às 24 horas anteriores à cirurgia e tem por objetivo preparar o cliente para o ato cirúrgico :
à Jejum, limpeza intestinal, esvaziamento vesical, preparo da pele e aplicação de medicação pré-anestésica.

• Ponto de vista
Ético e Técnico da Enfermagem

Proporcionar
Conforto à segurança à menor risco de infecção ao cliente
Esclarecimento à mas segurança + cooperativo + quieto
                                                                                                   BRASIL, 2003
                                        Humanizando o preparo do cliente para a cirurgia
Estado emocional pode interferir diretamente na evolução pós-operatória

       Preparo físico à Evita complicações posteriores ao mesmo;
       Orientar quanto os fatores positivos do procedimento à Acalmar o cliente
       Estabilizar condições que atrapalhariam um recuperação tranquila à SSVV, Stress, Ansiedade etc

   ETAPAS DO PROCESSO
       Anamnese à história do paciente
       Verificar / Observar à SSVV;
       Verificar/ Anexar à Exames realizados
Esse primeiro momento é fundamental, pois o paciente poderá fazer perguntar e familiariza-se com os profissionais que iram fornecer cuidados me todo processo  Peri operatório
CUIDADOS  ESPECÍFICOS DE  ENFERMAGEM
         Prevenir infecções
         Preparo intestinal
         Preparo vesical
         Preparo da pele
Avaliar à equipe à ambiente à cliente
PREVENIR INFECÇÕES

A ocorrência ou não de infecção depende de vários fatores, mas principalmente da quantidade e virulência dos microrganismos e da capacidade de defesa do cliente;
FATORES PREDISPONENTES
         Stress à emocional, psicológico
         Doenças de base à DM, HP
         Idosos
         Obesidade
         Baixa imunidade
         Alta patogenicidade -> poder de ataque
         Pré-operatório prolongado
Medidas preventivas
GERAL
         Conhecer vias de transmissão de microrganismos à controle;
         Manter ambiente limpoà piso, paredes etc...
         Respeitar técnicas assépticas na execução dos cuidados;
         Observar os sinais iniciais de infecção;
CLIENTE
  • Banho antisséptico na noite anterior
  • Tricotomia – S/N
  • Enema – S/N
  • Retirar adornos, próteses
PROFISSIONAL
  • Uniformes limpos;
  • Unhas curtas e limpas;
  • Uso de EPI;
  • Lavar as mãos antes e após cada procedimento;
  • Evitar adornos;
COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR
CCIH
De acordo com a PORTARIA Nº 2.616, DE 12 DE MAIO DE 1998 Compete:
elaborar, implementar, manter e avaliar pro rama de controle de infecção hospitalar,  adequado às características e necessidades da instituição.

ESVAZIAMENTO INTESTINAL
Diminui o risco de liberação do conteúdo intestinal durante a cirurgia, provocado pelo efeito de medicamento relaxante muscular.
Dependendo do cliente, da cirúrgia e da equipe que o assiste, pode ser realizado mediante a utilização:
         Laxativos
         Lavagem intestinal
         Ambos.
         Soluções para lavagem intestinal
         Enemas à solução pronta para uso individual
         Preparada pela enfermagem de acordo com a prescrição médica:
Cuidados: Aquecer antes de aplicar no cliente ( morna)
soluções mais prescritas
          Soro fisiológico
         Água acrescida ou não de glicerina ou vaselina, cloreto de potássio (para não ocorrer hipopotassemia nas lavagens frequentes) e neomicina (para destruir os microrganismos entéricos)

ESVAZIAMENTO VESICAL
          Sonda Vesical de Demora: cirurgias q necessite ser mantido o esvaziamento ou naquelas de longa duração.
         Recomenda-se seu esvaziamento espontâneo antes do pré-anestésico.
Métodos
Abrir torneira, compressa morna sobre a bexiga e Sonda vesical de alívio
         Preparo da Pele
Métodos
         O banho de aspersão
         Rigorosa limpeza da região incisional;
          Tricotomia: (no máximo 2 horas antes do procedimento)
- Controvérsias: a aumenta ou diminui o potencial de infecção da ferida operatória? - 

ENCAMINHANDO O CLIENTE AO CENTRO CIRÚRGICO (CC)
         Observar e comunicar quaisquer anormalidades em relação aos preparos prescritos no dia anterior, tais como :
ü  manutenção do jejum
ü  realização da higiene oral e corporal
ü  administração de medicação pré-anestésica.
         Verificar e anotar : sinais vitais
         Vestir-lhe a roupa hospitalar (avental, touca e propés)
         Certificar-se da remoção de próteses dentárias e oculares, joias e adornos.
Após essa sequência de preparos, o cliente deve ser deitado na maca e encaminhado ao CC com a documentação completa: exames e prontuário.
         Durante o trajeto:
Conversar e encorajar o cliente,  ou respeitar o seu silêncio.

Gostou?
- BAIXEM A AULA EM PDF
Todos os diretos reservados + referencias bibliograficas

AULA - SAE NO PRE-OPERATORIO

Referencias

DOWNLOAD:

BRASIL, 2003
         BRASIL. Ministério da Saúde. Profissionalização de auxiliares de enfermagem: cadernos do aluno: saúde do adulto, assistência cirúrgica, atendimento de emergência. 2. ed., 1.a reimpr. - Brasília: Ministério da Saúde; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003.
         BRASIL. Ministério da Saúde. PORTARIA Nº 2.616, DE 12 DE MAIO DE 1998

sábado, 25 de maio de 2013

- Cálculo de medicamentos


Os cálculo de medicação é fundamental para todos da equipe de enfermagem, principalmente do enfermeiro, que deve orientar toda sua equipe.


Então aprenda sobre o cálculo de insulina,  , transformação de soluções, concentração de solução e muito mais;


Baixe o arquivo PDF pelo link abaixo ( 4SHARED)






MATERIAL ELABORADO PELO BLOG EU SOU ENFERMEIRO
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS



sábado, 6 de outubro de 2012

Como fazer GENOGRAMA E ECOMAPA

Olá, pessoal nessa postagem vou explicar sobre genograma e ecomapa, são duas coisas diferentes feitas com uma mesma família.
 O ecomapa  complementa o genograma.

Conceito de Família 
 Do latim família é conjunto das propriedades de alguém, incluindo escravos e parentes. 
 Conceito Informal: pessoas que vivem na mesma casa. Conceito Figurado: raça, estirpe; casa.

O IBGE considera família como :
Conjunto de pessoas ligadas por laços de parentesco, dependência doméstica ou normas de convivência, residente na mesma unidade domiciliar, ou pessoa que mora só em uma unidade domiciliar.


GENOGRAMA
Conceito“Informa de maneira completa e objetiva os dados de uma determinada família, fazendo de forma realista uma revisão do passado familiar e dos potenciais problemas de saúde, assim como fornece informações ricas sobre os relacionamentos, incluindo ocupação, religião, etnia e migração.” 

Instrumento: 

Usado para a avaliação familiar que consiste num sistema de coleta e registro de dados  e que integra a história biomédica e psicossocial do paciente e da sua família, para isso necessita:
- Entrevista clínica extensiva e contínua para a coleta e atualização dos dados e informações da família em seus diferentes estágios.

Baseado: Teoria sistêmica familiar 
Idealizado: Murray Bowen, 1954 
Padronização e divulgação: Mônica McGoldrick e Randy Gerson, 1985. 

É essencial:  VÍNCULO afetivo entre o profissional de saúde e a família

-------------------------------------FERRAMENTA------------------------------------
Representação visual da estrutura e dinâmica familiar.
Evolvendo eventos importantes em sua história, com casamento, nascimento, morte e patologias.

1 -Identificação da estrutura da família e seu padrão de relação
2-  Doenças que costumam ocorrer com repetição dos padrões de relacionamento
3 - Conflitos que desembocam no processo de adoecer 
4 - Evidencia a dinâmica familiar e as relações entre seus membros



--------------------------- Regras Básicas para a Construção do Genograma----------

  1. Simbologia Própria
  2. Três gerações (mínimo)
  3. Nomes dos membros da família;
  4. Idade ou ano de nascimento;
  5. Mortes, com idade ou data da morte e sua causa;
  6. Doenças ou problemas significativos;
  7. Datas de casamentos e divórcios;
------------------------------Leque de possibilidades----------------------------
 O genograma permite ao Profissional da Saúde:

Revisão rápida pelo profissional de saúde da situação da família, tais como, um novo casamento ou a presença de crianças fruto de relação anterior;
—Avaliação e compreensão rápida da família;
Elaboração de um vínculo através do uso dos primeiros nomes dos membros da família;
Reconhecimento da necessidade derastreamento de pacientes de alto risco;
Promoção de alterações no estilo de vida e maior ênfase na orientação do paciente;
Demonstração de que as relações familiares são de interesse dos profissionais de saúde e importantes para a saúde de cada um de seus membros. 

Resumindo:
Fornece uma revisão rápida com isso o profissional pode avaliar a família  assim observando a necessidade de rastreamento de doenças como DM, HA, Câncer entre outras, Promovendo as alterações necessários com base individualiza aquela família e dois itens importantíssimo Vinculo com a família ao passar a começar os integrantes pelo primeiros nomes e suas dificuldade e  Realização das metas programas pelo enfermeiro.

-0----------------------------- Vantagens do Genograma---------------------------------------

-     - Observar e analisar barreiras e padrões de comunicação entre as pessoas;
- Explorar aspectos emocionais e comportamentais em um contexto de várias gerações;
- Auxiliar os membros da família a identificar aspectos comuns e únicos de cada um deles;
- Discutir e evidenciaropções de mudanças na família;
- Prevenir o isolamento de um membro da família 


--- EM MODIFICAÇÃO




sábado, 8 de setembro de 2012

TERMO: CACIFO ou Sinal de GODET


É um sinal clínico avaliado por meio da pressão digital sobre a pela a fim de se evidenciar edema. É considerado positivo se a depressão não se desfizer imediatamente após a descompressão. 
SINAL DE GODET OU CACIFO















REFERENCIAS:

SAIBA MAS:


quinta-feira, 14 de junho de 2012

TÉCNICA PARA EMPACOTAMENTO DE MATERIAL


TÉCNICA PARA EMPACOTAMENTO DE MATERIAL
ESTERILIZAÇÃO EM AUTOCLAVE

O empacotamento de material e/ou instrumental a ser esterilizado em autoclave deve obedecer uma seqüência na execução das dobras, conforme a ilustração abaixo. 
Esta seqüência tem por finalidade manter a assepsia da área de trabalho, evitando contaminação por manipulação inadequada do material estéril.

Material necessário:
 - Papel crepado ou não tecido;
 - Material a ser empacotado; 
 - Fita teste para autoclave a vapor.
- Tesoura;

PROCEDIMENTO

1- Colocar o campo em posição diagonal sobre a bancada, colocando o material no
centro do campo;
2- Pegar a ponta voltada para o operador e cobrir o material, fazendo uma dobra
externa na ponta;
3- Pegar uma das laterais do campo e trazer sobre o objeto a ser empacotado,
fazendo uma dobra externa na ponta;
4- Repetir o procedimento com a outra lateral;
5- Completar o pacote trazendo a ponta restante sobre o objeto, finalizando o
envelope, fazendo uma prega na ponta;
6- Fechar o pacote com a fita teste para autoclave;
7- Identificar: Material empacotado, data, setor e quem fez o empacotamento;

Não esquecer a data, pois a esterilização é de apenas 7 dias.



ncia tem por finalidade manter a assepsia da área de trabalho, evitando contaminação por manipulação inadequada do material estéril.
ABC
DEF
GH

LARINGOSCÓPIO - TESTANDO E DESINFECTANDO

LARINGOSCÓPIO 
TESTANDO E DESINFECTANDO

O laringoscópio é utilizado na entubação endotraqueal para se obter uma exposição adequada das cordas vocais, facilitando a introdução do tuboendotraqueal, evitando assim a entubação traumática. E é constituído por:

º Lâmina: Eleva a mandíbula inferior e a faringe, quando aberta no ângulo deposicionamento, acende a luz automaticamente; fonte luminosa, para iluminara laringe (lâmpada ou cabo de fibra óptica); 
º Cabo; Auxilia na aplicação correta da lâmina e é onde se encontra o compartimento para a bateria que mantém a fonte de luz;

Existem dois tipos de lâminas: 
Curvas: utilizadas quando aepiglote é mais dura no caso de adultos 
Retas: úteis em crianças pequenas com epiglote maleável (pode ter ligeira curvatura na ponta)

TESTANDO E DESINFECTANDO 

É a limpeza e desinfecção dos cabos e lâminas de laringoscópio:

1 – MATERIAIS: 

−  EPI (avental impermeável, óculos, touca, máscara e luvas de procedimento); 
−  Cabos e lâminas de laringoscópio; 
−  Recipiente plástico; 
−  Solução de água;
−  Detergente neutro ou enzimático; 
−  Gazes;
−  Álcool a 70%; 
−  Esponja ou escova macia.

- Separa todo o material necessário;
- Colocar os EPI'S;
- Colocar água no recipiente plástico;

2 - CABOS
– Com os EPI's
 Limpar o cabo do laringoscópio com gazes umedecido em água e  detergente;
–  Remover a solução detergente com gazes umedecido em água 
  Secar o cabo com gazes;
 – Friccionar álcool a 70% no cabo por no minimo 20 segundos;

Não colocar direto com água;
Não deixar de molho;
Não deixar água entrar no compartimento das pilhas;



3 - LÂMINAS

 –  Ainda com os EPI
 – Imergir a lâmina do laringoscópio na solução de água e detergente, lavando com 
a escova; 
– Enxaguar abundantemente em água corrente; 
– Secar a lâmina com gazes; 
– Friccionar álcool a 70% na lâmina  por  no minimo 20 segundos;

Não deixar de molho;
Ter cuidado com o foquito;


TESTANDO
Deve-se montar o laringoscópio encaixando a lâmina no cabo, assim acendendo a luz.

Guarde o laringoscópio desmontado e protegido.
 
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